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quarta-feira, 17 de abril de 2013

IRS entregue

Se há coisa que sempre detestei fazer é o IRS, essa coisa do demo!
Quando comecei a trabalhar na empresa que estive até Setembro do ano passado, o  raio do IRS foi sempre feito pelo contabilista da mesma, pelo que só me tinha que preocupar em juntar a papelada (nem as contas das despesas fazia) e enviá-la para o senhor R.. Mesmo com a  mudança de técnico oficial de contas, o senhor R. fazia questão de continuar a fazer-me o IRS, chegando mesmo a ir buscar os documentos ao meu local de trabalho. E, por isso tudo, estou-lhe eternamente grata. Entretanto, achei que estava na hora de chatear massacrar pedir a outra pessoa e a contemplada foi a minha prima M.. Com a  ajuda da M. deu para confirmar que aqueles malditos quadros do IRS não eram assim tão difíceis de preencher. Este ano, quando o assunto surgiu enquanto falávamos, a V. disse-me escandalizada: 
- Caracóis, não acredito! Mas o que é que custa fazer o IRS?! Nem parece teu!
- A mim custa-me imenso! Não quero fazer e pronto!  (risada geral)

Posto isto, ontem lá fui à casa da V. (coisa mailinda de sua amiga)  fazer o catano do IRS que acho que nem 10 minutos levou a ser executado.

Obrigada, V.!

Sheron Menezzes

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Amizade

Tenho um amigo (cuja amizade nunca pûs em causa e nem é disso que se trata) de há quase duas décadas, cuja relação deverá estar a chegar ao seu final... De há dois anos a esta parte que as nossas conversas tornaram-se monótonas, desinteressantes... aborrecidas, para dizer a verdade. Penso que ele também já deverá ter chegado à mesma triste conclusão. Os temas têm sido sempre os mesmos, e, ultimamente, para piorar a situação, há os tais silêncios ao telefone e até mesmo quando estamos juntos, que são desconfortáveis.

Da última vez que nos encontrámos até correu melhor do que aquilo que eu tinha antevisto, porque tentei manter sempre a conversa, sem quebras, mas recorrendo aos velhos e saturados assuntos... Como chegámos a este ponto não sei... Ou quiçá, até sei... Uma relação seja ela amorosa, familiar ou entre amigos, tem que ser alimentada e cuidada de parte a parte e penso que na nossa deixou de existir o que acabei de dizer.

Ontem, ligou-me e depois de fazermos as perguntas mais que gastas, e uns silêncios depois, acabou a conversa a dizer-me: “temos que combinar um jantar” e sem vontade, respondi que sim. Confesso que desta vez não vou aceitar o convite para jantar porque já estou a ter um “Déjà vu”(mas sem Denzel Washington), mais uma vez...

Como se costuma dizer, tudo na vida tem um princípio, meio e fim, e esta amizade chegou ao fim.